Monthly Archives: Abril 2011

Era uma vez um Sapo que Amava a Lua


Era uma vez um sapo. Um sapo feio e triste que morava numa lagoa. Ele sabia que era feio porque a lagoa era seu espelho. Mas não se importava com isso. De dia ficava por ali, coaxando, comendo bichinhos. E … Continuar a ler

Publicado em poemas de amor | Deixe um comentário

Igoismo


Egoísmo Olho-os nos olhos, aqueles que escondem as almas, e pergunto-me saberão eles que me arrasto tão gorda de poesia? Ela cresce-me no ventre, como se eu fosse dela, um pequeno escravo dos seus caprichos e vontades. Existem dias assim. … Continuar a ler

Publicado em Sem categoria | 1 Comentário

A todos voces que me leem


Criar é um acto de amor solitário que aprendemos a partilhar com todos aqueles que nos lêem e consequentemente nos despem e ficam suavemente a olhar-nos nos olhos, a sorrir-nos, a pensarem mil e uma coisas sobre os motivos e … Continuar a ler

Publicado em Sonhos | Deixe um comentário

A covardia da memoria


 A memória viaja nos minutos intemporais da tua ausência. Percorre a tua pele e a urgência das tuas mãos. Trago-te ainda, tão viva na minha garganta. Diz-me, apenas, como sobrevives à imagem dos meus lábios e dos meus olhos, do … Continuar a ler

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

O medo d´luar


“Obrigada por me trazeres a lembrança motivos para te descrever, descrever o nosso verdadeiro Amor” Espreito o violeta através da vidraça da janela da cabana perdida no bosque que é a minha psique. Sei-me tão perdida hoje como sempre. Nada … Continuar a ler

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Despedida


 “Longe das planícies ergueu-se uma árvore curva mas firme. As estrelas abandonaram a noite, recusando-se a banhar a crueza dos homens e a luxúria dos amantes”  O mundo cobre-se de cinza, agora que o teu semblante abandona as frestas da … Continuar a ler

Publicado em Sonhos | Deixe um comentário

Um dia fui uno


Lembro-me que em tempos fui uno. Era uma criança solitária mas imaginativa. Abraçava o mundo e o mundo abraçava-me a mim. Depois a lógica ruiu a meus pés. E a minha psique fragmentou-se. Não porque seja esquizofrénico. Mas porque de … Continuar a ler

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário

Quando a Lua for mulher


Rebenta a manhã na marcha lenta das horas famintas do nosso coração. Desenhas o teu beijo no alvo do meu pescoço. Fechas as mãos firmes na brancura da minha anca. Sussurras gritos e loucuras nos meus seios entumecidos. Rasgo-me num … Continuar a ler

Publicado em amor | Deixe um comentário

O egoismo do Amor


Abro os olhos serenos e procuro com os dedos o teu rosto. No decorrer da noite afasto de nós a miséria dos dias e desenho o teu corpo no meu lençol. Detenho-me na linha pura dos teus lábios carnudos, invado … Continuar a ler

Publicado em Paixão | Deixe um comentário

Desistencia


As absurdidades da vida alcançam-me a pele escamada, superficial com que oculto a brancura imaculada do seio. Nada existe para além do plano real do caminho obscuro entre os dedos e as acusações. Desisti há muito tempo do ser humano, … Continuar a ler

Publicado em Sem categoria | Deixe um comentário